Empréstimos e financiamentos

Escrito por: - Publicado em: 08/08/2012

Pagar contas ou adquirir bens utilizando cartões de lojas, cartões de crédito ou ultrapassando o limite do cheque especial está cada vez mais comum. Mesmo pessoas que são avessas aos empréstimos acabam por utilizar essas formas de pagamento e não percebem que elas são apenas formas de empréstimos disfarçadas e com taxas de juros, muitas vezes, acima dos chamados empréstimos tradicionais.

Alguns podem considerar que pedir empréstimo ao banco ou o empréstimo em folha de pagamento, o conhecido empréstimo consignado, são piores que utilizar o limite do cheque especial ou ficar devendo no cartão de crédito. Mas isso não é tão verdade quanto pode parecer a primeira vista.

 

A diferença entre empréstimos tradicionais e as novas formas de empréstimos estão basicamente nas taxas de juros praticadas. Antes de escolher um tipo de crédito, crediário ou empréstimo a utilizar, o consumidor deve considerar todas as opções disponíveis. Descartar uma opção de empréstimo antes de calcular e saber quais são as taxas utilizadas pode significar uma economia de milhares de reais, dependendo do bem a ser comprado.

 

Automóveis e apartamentos estão no topo da lista de aquisições das quais o consumidor é obrigado a fazer o uso de crédito. Na maioria dos casos é impraticável comprar um imóvel ou automóvel à vista, portanto, o empréstimo, mesmo que utilizado com outra nomenclatura, é a maneira corriqueira de facilitar a compra.

 

O outro nome dado a este tipo de empréstimo é o financiamento. Financiar um carro ou uma casa, significa pegar um dinheiro emprestado de uma empresa financeira, que pode ser um banco, por exemplo, e pagar para o banco parcelas para ir eliminando a dívida do empréstimo feito. A cada parcela que é paga, o consumidor diminui o saldo final a ser pago. Quem não tem a consciência de que o financiamento nada mais é que um empréstimo pode se ver preso nas armadilhas do crédito fácil e acabar perdendo o bem adquirido.

 

O crédito concedido a consumidores que desejam adquirir um automóvel ou imóvel podem se dar ao luxo de pesquisar as mais variadas taxas de juros no mercado. As empresas que financiam este tipo de transação estão sempre a procura de clientes pois o risco de que o consumidor não pague sua dívida é contraposto com o bem que ele adquiriu. Ou seja, caso o consumidor não consiga pagar a dívida em algum momento do financiamento, a empresa tenta renegociar a dívida, sempre no sentido de aumentar o tempo das parcelas e diminuir o valor das parcelas. Isso pode parecer bom para o consumidor que terá que pagar valores menores, mas costuma ser melhor para a empresa financiadora pois ela receberá, no longo prazo, um valor maior da dívida. E se, mesmo assim, o consumidor não conseguir arcar com as parcelas, o bem adquirido serve de garantia para o banco ou financiador. Quer dizer que eles tomam o bem adquirido e, normalmente, devolvem apenas parte do dinheiro pago pelo consumidor.

 

Por tudo isso, muitas são as variedades de empréstimos e financiamentos que estão disponíveis e a concorrência pelo cliente é muito grande. Portanto, a escolha da taxa de juros a ser paga deve ser uma responsabilidade do consumidor que deve estar atento a prazos, contratos e valores para que possa fazer uma boa compra e consiga pagar pouco em troca de um excelente produto.

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