Como fazer um planejamento financeiro tendo algumas dívidas?

Escrito por: - Publicado em: 15/12/2016

Em uma situação de desequilíbrio financeiro, as dívidas costumam tirar o sono de muita gente e a preocupação em como quitá-las passa a ser o principal objetivo para seguir em frente com mais tranquilidade. Como em tudo em nossa vida, é necessário se planejar para ultrapassar este desafio. Ao parar para analisar a situação, é possível avaliar onde focar a energia, priorizando aquilo que é importante e que se tem controle para mudar. Refletir e traçar o plano para a virada servirá como um mapa, um roteiro para chegar ao destino desejado.

 

 

O primeiro passo é listar todas as dívidas, o saldo devedor e o custo (taxa de juros). Essas informações serão muito úteis para iniciar uma busca por melhores condições. Hoje, é possível realizar a portabilidade do crédito (financiamento) entre instituições financeiras, buscando aquelas que cobram menor taxa de juros. Além disso, pode-se avaliar a concentração das dívidas em um único financiamento com um custo inferior que permita a quitação de todos os demais, negociando um bom desconto. No site do Banco Central do Brasil são apresentadas as taxas de juros de operações de crédito de diferentes modalidades, facilitando o processo de pesquisa. Acesse aqui e procure aquelas instituições com menor custo.

 

 

Uma vez negociadas as dívidas, deve-se revisar o orçamento, afinal, é necessário um fluxo de caixa livre (sobra entre as entradas e saídas), para que haja condições de arcar com as parcelas da dívida. O orçamento é a base de um bom planejamento financeiro, logo, é de suma importância ter clareza sobre de onde vem (entradas) e para onde vai (saídas) o seu dinheiro. Com uma melhor organização, será possível controlar o fluxo do dinheiro, proporcionando mais confiança na caminhada. No começo não é fácil, porém, o esforço valerá a pena. Ferramentas como o Organizze ajudam nesta tarefa.

 

 

A organização das saídas deve começar com a separação dos gastos essenciais (moradia, educação, saúde etc.) e de estilo de vida (compras, lazer etc.), o que permitirá identificar para onde vai o dinheiro. Feito isso, será possível escolher quais gastos são importantes de fato e excluir os que forem desnecessários. Neste momento, faça a seguinte pergunta a si mesmo: o que é importante para minha família? Lembre-se que é um momento de desequilíbrio financeiro e que o esforço de todos é necessário, por isso, diálogo e comunicação são essenciais.

 

 

Sendo assim, o objetivo de organizar o orçamento e começar a planejá-lo deve ser o de ampliar ao máximo o fluxo de caixa livre (sobra), que será exatamente o valor disponível para quitar a dívida. Quanto maior o valor, menor será o tempo para liquidá-la.

 

 

Tendo todas as informações sobre as opções disponíveis de financiamento de dívidas no mercado e uma visão clara do orçamento familiar, será possível traçar a melhor estratégia para ficar no azul e deixar de ser um devedor e passar a ser um investidor. Lembre-se: você tem controle sobre o seu dinheiro. O seu orçamento reflete as escolhas feitas no passado e, portanto, devem ser alteradas de agora em diante para ter mais tranquilidade. Só depende de você. Tenho certeza de que irá conseguir. Planeje e seja feliz!

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